Financiamento está garantido
IPCB critica Ministério pelo atraso da construção da ESART
O presidente do Instituto
Politécnico de Castelo Branco (IPCB) disse não compreender o atraso
na autorização para a construção das novas instalações da Escola
Superior de Artes Aplicadas (ESART) por parte do Ministério da
Educação e Ciência.
Carlos Maia explica que a obra,
avaliada em cinco milhões de euros, tem as "componentes comunitária
e nacional garantidas, tendo esta última sido assegurada pela
Câmara de Castelo Branco".
"Começa a ser incompreensível como
é que, estando os financiamentos garantidos, ainda não temos luz
verde para o início da obra".
Maia adianta que "o Politécnico fez
o seu trabalho de casa".
"Ajustámos o projeto como nos foi
solicitado pelo Ministério e não percebemos porque é que a obra não
é autorizada", diz.
O presidente do IPCB recorda que o
Secretário de Estado do Ensino Superior já reconheceu a importância
da obra. "O Ministério sabe que no Campus onde a ESART vai ser
construída há mais duas escolas (Tecnologia e Saúde), pelo que
algumas das lacunas que possam surgir inicialmente podem ser
colmatadas nessas duas estruturas", disse.
Carlos Maia explica que aquelas
verbas só serão canalizadas para o Politécnico para a construção da
escola e não poderão ser gastas noutra qualquer rubrica.
No entender do presidente do IPCB,
"as novas instalações da ESART serão uma obra emblemática para a
cidade e para a região".
"O novo bloco pedagógico vai
garantir, a uma escola que tem um grande prestígio a nível nacional
e internacional, melhores condições de ensino e mais serviços à
comunidade".