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Director Fundador: João Ruivo Director: João Carrega Ano XXIII Nº271  Setembro 2020
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Universidade

UTAD estuda cancro da mama
Tapetes rolantes travam doença
AnaFaustino.jpgA prática de exercício físico ao longo da vida contribui para uma redução do número de lesões neoplásicas e da sua agressividade, e para uma maior vascularização dessas lesões. A conclusão é de um estudo liderado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) em parceria com a Universidade de Aveiro, no âmbito do projeto 'Avaliação bioquímica, morfológica e funcional do catabolismo muscular associado ao cancro da mama: o papel do exercício físico', financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos da atividade física de longa-duração (35 semanas) no cancro da mama quimicamente induzido pelo agente carcinogénico N-metil-N-nitrosureia (MNU) em ratos fêmea, sendo que uma parte deles foi exercitada num tapete rolante a uma velocidade constante de 20 metros por minuto, 60 min/dia, 5 dias por semana, nas 35 semanas.
No final do protocolo experimental, verificou-se que o número de lesões malignas foi superior no grupo sedentário (39 lesões malignas) quando comparado com o grupo exercitado (21 lesões malignas). Na análise dos dados obtidos por ultrassonografia e imunohistoquímica observou-se uma maior vascularização das neoplasias dos animais que foram submetidos ao protocolo de exercício físico.
Segundo uma das investigadoras, Ana Faustino, o protocolo de exercício físico com a duração de 35 semanas aplicado neste trabalho foi o mais longo realizado até à data neste modelo. A redução na agressividade das lesões neoplásicas do grupo exercitado poderá estar relacionada com a maior vascularização dessas lesões (maior aporte de oxigénio). Assim, os resultados suportam a prática de exercício físico moderado para a prevenção de cancro da mama, ou mais concretamente, de fenótipos mais agressivos desta doença»
Integram a equipa, pela UTAD, Ana Faustino, Mário Ginja, Adelina Gama, Paula A. Oliveira, Maria João Pires e Bruno Colaço, e, pela Universidade de Aveiro, Rita Ferreira.


 
 
 
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